25/12/2009

Grandes Cenas: A Noviça Rebelde

A Noviça RebeldeÉ impressionante como um filme de 1965 continua emocionando e despertando interesse até hoje. A Noviça Rebelde deve ser o filme mais reprisado em televisão no final de ano. Pode esperar que ele vai aparecer. É divertido, bem feito, fala de amor, de família, de valores esquecidos e tudo com muita música boa e marcante. A trajetória de Maria é bela e, em sua ingenuidade e pureza, conquista a todos. Por isso, escolhi falar hoje da mais clássicas de todas as cenas, vista e revista por diversas vezes: a cena, ou melhor, a sequência, em que ela ensina as crianças a cantar.

Por que essa sequência é clássica? Porque reúne uma boa música, a bela paisagem da Áustria, uma excelente cantora e sete afinados meninos em um clipe bem conduzido. Não há uma grande invenção cinematográfica, mesmo assim, a gente não se cansa de ver.

A Noviça Rebelde

Reparando o primeiro minuto da sequência, há apenas dois planos: Maria sentada no banquinho em plano fechado e um plano médio lateral dela com os meninos ouvindo. Quando eles aprendem a cantar e levantam, outros enquadramentos são acrescentados, acompanhando a dança e a movimentanção de cena. A brincadeira melhora quando eles já sabem cantar a primeira parte e Maria ensina a misturar as notas compondo melodias. Aí, há um jogo musical interessante, com cada criança representando uma nota musical e Maria conduzindo os jogos de primeira e segunda voz, mesclando três melodias diferentes. Quem nunca cantou ou dedilhou em um teclado essas músicas, atire a primeira pedra.

A trajetória é bonita e mágica, envolvente. A parte da carroça e a da escada são as que possuem a composição mais criativa e o agudo final de Julie Andrews empolga. Muito fofo para um dia de Natal. Revejam, pena que a cena que encontrei no Youtube está rediagramada, cortando as laterais.

"Do a dear a female dear Re a drop of golden sun Mi a name i call myself Fa a long long way to run Sol an neadle pulling thread La a note to follow so Ti a drink with jam and bread that will bring us back to Do


6 opiniões:

Roberto Camara Jr. disse...

Tenho uma certe história com este filme.
Foi o 1º "filme de gente grande" que vi no cinema ainda no colo de minha mãe em uma reexibição especial.
Claro que faz parte também da minha coleção de DVD's, afinal, é um filme memorável e um musical como poucos.

25 de dezembro de 2009 16:29
Cintia Carvalho disse...

Oi Amanda!
Que gostoso ler seu texto.

Simplesmente lindo!! Eu amo este filme! Sem brincadeira, já o vi mais de cem vezes. Lembro de um feriadão de carnaval em que não viajei, fiquei em casa e aproveitei para alugar alguns filmes. Dentre eles, este aqui. Durante uma semana eu o vi 12 vezes. Vc acredita? Pois é, não enjôo e não canso de ver a Julie Andrews cantando todas as músicas, belíssimas e a linda história de amor de sua personagem com o chamroso capitão Von Trapp (Christopher Plumer em ótima atuação). Ele jamais vai ficar velho.

Um beijão.

25 de dezembro de 2009 17:23
Robin disse...

É mesmo um dos maiores clássicos do cinema, adoro rever.
Ah, e feliz ano novo.
beijo

26 de dezembro de 2009 12:34
Cristiano Contreiras disse...

Amanda, esse filme é realmente mágico!

Lembro de quando via e revia quando estava com catapora, rs...ele me animava, minha mãe colocava pra mim, eu tinha uns 9 anos...e me senti fortalecido, sempre revendo esse clássico. Foi, inclusive, no período natalino.

beijo e adoro essas suas postagens de cenas!

27 de dezembro de 2009 18:16
Amanda Aouad disse...

Que legal, Roberto, não lembro a primeira vez que vi esse filme, mas já foi na televisão...

Cíntia, então, você bateu meu record, hehe, teve uma época que vi muito esse filme tentanto decorar as letras, hehe.

Pois é, Rodin, beijos.

Obrigada, Cristiano. Que bom que ele te ajudou a superar a catapora.

beijos

28 de dezembro de 2009 22:31
waldemar lopes disse...

Este grande clássico é o meu filme preferido, assim como a talentosa e eternamente linda e jovial Julie Andrews é a minha atriz/cantora favorita. O mundo fica muito melhor com a voz, beleza e energia de Julie numa gloriosa paisagem austríaca! O diretor Robert Wise fez uma obra prima cujo brilho atravessa décadas vigoroso e contagiante.

19 de março de 2010 00:13

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