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Último dia do ano, tempo de fazer balanços, renovar votos, escrever metas e pensar em lista de sonhos. Todos nós fazemos isso, seja com simpatias, roupas novas ou pensamentos. A esperança é que rege o ser humano e, mesmo sabendo que é apenas uma dia a mais na folhinha do calendário, a virada do ano é sempre especial. Obrigada por passarem mais um ano conosco, lendo as críticas, comentando as dicas, vivenciando o cinema. Espero que, em 2011, continuemos com grandes projetos. Não esqueçam de responder à pesquisa para que o blog fique cada vez melhor para todos. E como último ato de 2010, vamos as dicas de Guy Ferreira da semana.




Qual a mulher ideal? Acho que essa pergunta nunca será respondida. Cada ser humano parece ter o sapato certo para um pé cansado. E, às vezes, a mulher ideal pode simplesmente não existir e precisar ser inventada. É assim que o protagonista de A Garota Ideal constrói o seu mundo de fantasias. Porém, o filme de estreia de Craig Gillespie nos traz surpresas muito maiores do que um homem tímido com uma namorada de mentira, tornando-se uma surpreendente lição de amor, companheirismo e boa vontade com o próximo.
José Joffily tem se destacado como diretor nacional. Olhos Azuis é um filme instigante que une Estados Unidos e Brasil de uma maneira inteligente e bem realizada. A idéia de trabalhar uma história no departamento de Imigração e falar em xenofobia em um tom de denúncia é bastante feliz. Ficamos envolvidos com aquelas pessoas sentadas esperando serem liberadas e claro, há a identificação com o personagem de Irandhir Santos, o brasileiro que casou com uma americana e agora está tendo o seu visto posto em cheque.
Esta semana vocês não me verão com tanta frequência nos comentários e twitter, mas o blog continuará. Não percam o hábito, hehe. Estaremos viajando por esse período, mas deixamos programados alguns posts para esse fim de ano. Não se preocupem que na volta responderei cada comentário e visitarei todos os blogs de costume para ver as novidades.
Adoro musicais, mas, na verdade,
A aproximação do Natal me fez procurar cenas que simbolizassem o espírito dessa data. Acredito que nada traduz melhor o sentimento de amor pela humanidade que o Cristo veio nos ensinar do que essa cena do filme Feliz Natal (Joyeux Noel) de 2005. Baseado em uma história real, o longametragem conta a história de três tropas inimigas durante a Primeira Guerra Mundial que esqueceram as desavenças para celebrar a noite de Natal.
Há uma mania americana de pegar filmes recentes do resto do mundo e fazer sua versão. Alguns mais famosos estão próximos como
Para que ninguém se sinta enganado, não vou falar do filme de Scorsese, sobre ele já falei
Eu não sei o que se passa na cabeça dos tradutores brasileiros para colocar em Adventureland, o título de Férias Frustradas de Verão. Para completar, na capa do
O que você faria se um homem te procurasse dizendo ser "o mensageiro" e que sua vida estava prestes a terminar? Nathan também não acreditou e achou que o personagem de John Malkovich era apenas um lunático. O problema é que alguns acontecimentos começam a demonstrar que o velhinho biruta parece mesmo reconhecer quem vai viver ou morrer. Sendo assim, era preciso repensar suas atitudes antes da inevitável bater à sua porta.
Em 1717, pescadores encontraram uma santa no rio Paraíba do Sul e ali mesmo aconteceu o seu primeiro milagre. As redes dos pescadores ficaram repletas de peixes, assim como o rio que antes parecia morto. Essa é a história do surgimento de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Partindo da fé do brasileiro na santa, surge a história de Aparecida, o milagre, dirigido por Tizuka Yamasaki. O filme é claramente pró religião católica, mas não chega a ser um filme ruim apesar de sérios problemas na construção dos efeitos melodramáticos. A diretora, que assinou apenas filmes de Xuxa, os Trapalhões e novelas da Rede Manchete, consegue apresentar um filme que deve emocionar milhares de católicos devotos pelo país. Assim como Nosso Lar emocionou a espíritas.
Em 1982, a Disney revolucionou o cinema com seu filme 
Com a aproximação da estreia de Tron - O Legado, fui rever o original de 1982. O filme de Steven Lisberger não é dos maiores sucessos da Disney, apesar da novidade tecnológica. Foi o primeiro filme que se baseou em videogames, sem ser originário de um específico, pelo contrário, o filme acabou inspirando a criação, no mundo real, do jogo Space Paranoids. Mas a história simplista acabou não conquistando totalmente o público. A marca Tron, no entanto, virou cult. Seja nos games ou nos acessórios. A Disney resolveu então lançar uma continuação do filme quase 30 anos depois e é um das estreias mais aguardadas do ano. Cheiro de infância e anos 80 no ar.
Filme sobre time de futebol não é novidade. O Flamengo é campeão nesse quesito, mas vários outros já surgiram como os recentes "Todo Poderoso: O Filme - 100 anos de Timão" e "Soberano, seis vezes São Paulo". Apesar de ter torcidas fanáticas e muita história para contar, os times do Nordeste pareciam não gerar interesse para a sétima arte. Fico feliz, então, de saber que em 2011, um dos times mais emblemáticos e de maior torcida local vai ganhar duas homenagens.
Quando fiz a retrospectiva dos papéis de Jim Carrey, boa parte dos comentários reclamava a ausência de
Dirigido, roteirizado e produzido por Maurício, o longa é baseado no conto homônimo de Machado de Assis e merece ser prestigiado para continuar incentivando iniciativas como essa, repletas de vontade e amor pela sétima arte. Não podemos dizer que seja um filme explêndido, até pelas dificuldades orçamentárias, mas só a história de Machado já é um chamariz. E a equipe se entrega com vontade ao trabalho como frisou o ator Fernando Neves: "cada pessoa ali deu o melhor de si". Fernando, que encarna o coronel Felisberto é um ator consagrado no meio já tendo vencido o Troféu Candango de Melhor Ator Coadjuvante em 2005, na cidade de Brasília, pelo filme Eu me lembro.
C.S. Lewis era cristão e suas obras são extremamente religiosas. Não há nenhuma novidade nisso, mas relembro esse fato antes de falar do novo capítulo de
Aproveitando o sucesso de
Dirigido pelo canadense Denys Arcand, o mesmo de
Desde a retomada o cinema nacional não se encontrava em uma situação tão favorável. Em 2010, vimos um boom de
Novamente a música toma conta das grandes cenas. O musical
A DreamWorks ainda não consegue ser uma Pixar, mas sempre nos brinda com animações fascinantes. Megamente tem o frescor de criatividade no roteiro de
David Fincher é um dos melhores diretores de sua geração. O
A crítica tem sido cruel com 
































